Critérios básicos para a interpretação do Vaticano II

Antonio José de Almeida

Resumo


A recepção de um concílio é um processo complexo e, normalmente, demorado. A recepção do Vaticano II, cujo 50º aniversário de abertura celebramos no dia 11 de outubro deste ano, está, segundo os analistas, em sua segunda fase, caracterizada pela abordagem hermenêutica. O presente estudo aprofunda, em sua primeira parte, a especificidade de um concílio, de sua autoridade, de sua produção. Na última, descreve a difícil situação em que, apesar das aparências em contrário, a Igreja se encontrava em meados do século XX, e a resposta profética de João XXIII, convocando o Concílio. Entre as duas partes, o autor apresenta dez critérios para a interpretação do Vaticano II, especificamente, de sua eclesiologia.

Abstract: The acceptance (“receptio”) of a Council is normally a complex and long process. The acceptance of the second Vatican Council, whose 50th anniversary of initiation we celebrate on October the 11th this year, is according to the analysts into a second phase characterized by a hermeneutical approach. In the first part, this study deepens the special meaning of a Council, its authority, and its accomplishment. In the last chapter the author describe the difficult situation in which, besides the contrary appearances, the Church found itself in the middle of the 20th century, and the prophetic answer of John the XXIII in proclaiming this Council. Between the two parts, the author presents ten criteria for the interpretation of Vatican II, especially its ecclesiology.

Palavras-chave


Concílio; Vaticano II.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.29386/reb.v72i288.807

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Revista Eclesiástica Brasileira

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Instituto Teológico Franciscano
Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil